sexta-feira, 15 de outubro de 2010

É amanhã!

Morri!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Contagem regressiva é algo que sempre me confunde.
Se hoje é terça e eu viajo sexta, quantos dias faltam?
Se contar sexta, quinta, quarta e terça; 4.
Mas a sexta eu conto? Não seria só quinta, quarta e terça? Não seriam 3?
Ou hoje eu tb não conto, então seriam só 2?
Gente!
Contagem regressiva não é uma coisa do bem. Além de te deixar MEGA ansioso e deixar o mundo curioso, não é nada simples.
Ainda mais se vc pensar num array e considerar que a sexta é o 0. Aí sim, faltam 3.
Ok, ok, parei com nerdices.
Vou contar como uma pessoa normal, não nerd e dizer que faltam (ainda que contrariada) 4 dias pra minha viagem! YAY!
E eu já estou com saudades, de lá, óbvio! Pq vai voar, vai ser tão rápido, tão vapt-vupt que eu já estou com saudades do que nem conheço.
E quem foi que disse que saudade é só do que se conhece ou se tem?
Daqui? Dá saudade, claro, mas a idéia de voltar me acalma.
Estou me preparando para andar com a câmera no rosto 24horas. Não tem como ser diferente.
Talvez eu leve as duas câmeras. O filme pode ser meu aliado em algumas situações.
E meu mestre que me perdoe, mas eu vou trocar de lente compulsivamente. Ou pelo menos, vou usar a 17-40 muito mais do que a 50. Afinal, dentro dos mercados, souks, e vielas estreitas a 50 pode não ser tão minha amiga.
Os amigos podem preparar suas encomendas camelísticas. Vou mandá-los com coleiras e TAGS. Que podem ser interpretadas de duas formas. Mas que provavelmente só o Takeda e quem assiste Friends vai entender =D

Terminei o checklist e agora só falta fazer a mala e a mochila. A mala vai praticamente vazia, pq eu preciso trazer um tapete, um narguille, uma babouche, muito chá, maquiagem de henna, lenços, panos, uma lâmpada do aladim COM GÊNIO, um djellaba (roupa marroquina), um encantador de serpentes COM SERPENTE, um dentista e um marroquino narigudo . Não que eu vá conseguir, mas eu preciso. A mochila vai com quase tudo, mesmo pq são poucas roupas, todas finas e muitas mangas. MUUUUUITAS mangas. E uma aliança haha =D

Ain, falta poucoooooooooooooooo =D

sábado, 18 de setembro de 2010

Passou...


Passou...
Originally uploaded by Malu Green!
Mal se fala. Mal se olha. Mal se despede. Tanto mal.

Pergunta-se mal. Responde-se pior.

Falta interesse. Falta motivo. Falta saber. Falta não saber também.

Sobra egoísmo. Sobra orgulho.

E é incrível como uma simples pergunta pode doer.

E, paradoxalmente, dói pq não machuca mais,

pq não faz mais diferença,

pq lembra de qdo havia saudades...

mas principalmente, dói por não doer.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

30 days and counting

E está aberta a temporada de contagem regressiva pra mais uma viagem dos sonhos!

E a primeira providência é comprar uma aliança.
Não, eu não enlouqueci. Não precisa de camisa de força. Eu só preciso de uma aliança fake pra fingir que eu sou comprometida.
Rá! Adoro destinos desafiadores e potencialmente perigosos =D

E lá vamos nós.
Primeira decisão: levar a mochila de 40litros como bagagem de mão com câmera, as roupas e necessaire.
E levar a "pequena" mala rosa praticamente vazia pra trazer LOTADA de compras =D

Adoro destinos baratos também!

E lá vamos nós. Na contagem regressiva!!!
YAY!

sábado, 4 de setembro de 2010

Deixe que te ame!

A música composta pelo André Di Lucca especialmente pra mim!
Pena que não gravei qdo ele cantou! A melodia é lindíssima! Digna de Beethoven!

Lara Rejane deixe que te ame...
Malu Green não faz assim...
Tubi bidu bidu bidu...

Você tem um quarto todo colorido...
penso sempre como eh bom ser o seu amigo....
Sua cachorra chama Cassie...
a sua bondade sempre me aquece...

Lara Rejane deixe que te ame...
Malu Green não faz assim...
Tubi bidu bidu bidu...

Facil eh tirar foto, quero ver quem se retrata
gosto de você mesmo quando me maltrata...
Quando esta feliz todo mundo sorri
Por isso quero você sempre por aqui...

Lara Rejane deixe que te ame...
Malu Green não faz assim...
Tubi bidu bidu bidu...

Seu perfume me deixa envenado...
ele combina com seu vestido estampado...
o seu flickr tá sempre arrumado...
sempre é o mais comentado...

Lara Rejane deixe que te ame...
Malu Green não faz assim...
Tubi bidu bidu bidu...

sábado, 24 de outubro de 2009

Tendinite na mente

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E quando você pensa que as coisas não vão melhorar tão cedo, tudo muda de figura, de lugar, de cor (alaranjado e ocre, Gre) e de perspectiva. E sempre, sem aviso prévio!!!!

Estou indo realizar mais um dos meus sonhos de viagem nacional.

Obviamente, a lista de viagens internacionais é muito maior, mas no momento, eu não viajaria pra lado algum. Já tinha decidido: férias em casa, pela primeira vez em muito tempo.

Quando de repente, não mais do que de repente, recebo um convite bem legal e altamente tentador, de uma viagem a um paraíso, para o qual eu não havia a mínima chance de dizer não.

Então, no melhor estilo bruxa do picapau testando a vassoura: e lá vamos nóóóóóóóóós pro Jalapããããããããããããão!!

Vou ficar no acampamento da Korubo por uma semana. Muita aventura, poeira vermelha, águas e caminhadas. Dormir em tendas, tomar banho num chuveiro ecológico e olhando as estrelas. Rá!

Tá dando um frio delicioso na barriga! Tá, nem tão delicioso assim. Tava falando com a Gre agora mesmo no msn que de repente Machu Picchu ficou tão fácil, tão simples, tão tranquilo. Acho que o fator "tendinite atacada" está atacando mais que o braço. Tá atacando a mente também.

O esquisito é que na maioria das vezes eu atualizo o blog pra contar sobre alguma viagem, mas nesta vai ser impossível. Se não tem nem energia elétrica e telefone, quem dirá internê hahahahaha
Vou levar um bloquinho. Voltamos aos velhos tempos.

E já que só posso escrever antes e depois, vou contar um pouco do que vai na minha mochila. Fiz umas compras de última hora que incluíram:
- novos bastões de caminhada (os meus morreram no Peru)
- um maiô com perninhas (ameeeei! me senti a mais pinup ever!)
- toalhas mega super ultra absorventes e super finas (sério: elas ocupam o espaço de uma baby look e absorvem muito muito muito)
- um lenço de cabeça - super elástico e estiloso!
- um boné legionário (isso! igual ao Van Damme no filme Legionário. Eu não sei exatamente pq o Van Damme usou, mas eu vou proteger o cabelo!
deeeeer! =P)




Além disto, na mochila vão roupas leves, finas, frescas, tênis velhos, repelente power, muito protetor solar e desapego, litros e litros de desapego do meu SECADOOOOOR de cabeloooooos!
Sem dúvida a coisa mais difícil.

Acho que subir a Serra do Espírito Santo,



descer o Rio Novo na canoagem,



engolir poeira vermelha, dormir em barraca e usar banheiro químico e ficar offline, vão ser fichinha perto de



ficar sem secador!!!!!!!!!!




Acho que acabei de descobrir pq tô com um iceberg no estômago! RÁ!

Será que eu sobrevivo com cabelo POF? =P

BeijoTchau!


(Fotos: Adilson Moralez)

domingo, 30 de agosto de 2009

Eu vou querer 8 anos offline com açúcar e gelo, por favor!

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F: quem é Malu?

(Começamos bem!)

Malu: Creio que vc é o F que estava interessado no meu fiesta
F: ah é voce mes desculpa

(Mes? Do ano? Ou de mineirim?)

F: eu estive tao ocupado que nem entrei mais em contato contigo
F: e ai ja vendeu

(Pronto! Cadê a interrogação!?)

Malu: Magina, não por isso. Não, ainda não vendi . Cheguei à conclusão que o iCarros é bem fraco
F: nao é procurado nem divulgado
Malu: Exato
F: eu mesmo descobri por acaso
F: entao
Malu: E sabe que vc foi o único que sabia o que estava fazendo? (rs) Todos os outros contatos foram pra me perguntar quais os valores das parcelas (rs)
F: o valor dele é XX.XXX

(Foi uma afirmação!? Mesmo pq, se está interessado é pq viu o anúncio, logo, sabe o valor do carro)

Malu: sim
F: so vc dirige ele
F: usa pro trabalho
Malu: sim...
F: ou pra balada
F: rsrs

(Praticamente o questionário da seguradora! O.o Então, vamos responder com as palavras do questionário!)

Malu: Eu não trabalho na rua, então é locomoção diária e lazer mesmo
F: brincadeira
Malu: Sim, pra balada (rs)
F: eu fui sabado ai no seu bairro jogar futebol com meu time
F: na hora que cheguei ai ate lembrei de vc

(Ui!)

F: mas como nao sabia nem seu telefone perdi a oportunidade de ve-lo
Malu: Hum... achei que o número estivesse visível no anúncio... mas enfim, naquele site, não dá pra ter certeza (rs) 9999-9999 aos sábados eu não costumo estar aqui então, se quiser vê-lo, me avise um dia antes pelo menos
F: ok
F: vou tentar falar com um amigo que trabalha na BV financeira, para conseguir o restante e entro em contato com vc
Malu: Beleza ;)
F: mas espero que vc consiga vender logo

(Ok, ele está tão interessado que espera que eu venda logo! Aham!)

F: se aparecer algum interessado pode fazer negocio
Malu: Ok! Obrigada :)
F: a sorte nem sempre bate a porta

(Vero! E vc pode ser a prova viva disto!)

F: fica com DEUS vou voltar ao meu trabalho
Malu: Obrigada! E até mais! Bom trabalho

(Deveria ter acabado aqui, não? Geralmente “até mais” é praticamente um “tchau”, ahn!?)

F: perguntinha

(Lá vem!)

Malu: sim?
F: eu nao costumo ter muitas amizades por msn, pois desconfio de ser sincero e do outro lado nao, mas eu gostei de falar com vc

(Rá! Tudum! Pssssssssss! Papinho furaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaado! Demorou! Demorou! Ele não usa interrogações, mora em Itaquera e faz perguntas de seguradora. ÓBVIO que ele se interessaria!)

F: apos vc vender o carro eu posso manter seu contato ativo

(Acho, acho, ACHO que foi uma pergunta!)

Malu: Claro. Sinta-se à vontade. Eu não entro muito no msn, mas eventualmente à noite ou fds estou por aqui.

(Minha educação me surpreende. Mamãe se orgulharia desta frase tão polida. Mas mal sabe ele que eu abro este MSN somente uma vez por ano! RÁ!)

F: obrigado
F: boa noite
Malu: Por nada :)
Malu: Boa noite

Ahhhhhhhhhhhhhhhhh! Cansei dessa vida virtual! Quero destruir todos os servidores do mundo inteiro da vida toda do além mar. Quero voltar à vida off line.
(Claro que não por causa do F, foi só uma desculpa pra poder falar isto =P )

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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Água Para Elefantes

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Às vezes quero escrever, mas as palavras simplesmente não saem. Então leio um pouco, pra ver se a inspiração chega. Em uma destas jornadas em busca das palavras, eis que encontro um livro ótimo, "esquecido" na estante. Não sei se comprei, ou ganhei, mas Água Para Elefantes de Sara Gruen está se mostrando encantador e fascinante.
Enquanto minha inspiração não vem, deixo aqui a primeira página do primeiro capítulo. Um texto muito bem sacado, desencanado e realista, apesar da ficção do livro.


"Tenho 90 anos. Ou 93. Uma coisa ou outra.

Quando temos cinco anos, sabemos até os meses de nossa idade. Mesmo por volta dos 20 sabemos quantos anos temos. Tenho 23, dizemos, ou talvez 27. Mas quando chegamos aos 30, algo estranho começa a acontecer. A princípio, é um mero sobressalto, um instante de hesitação. Quantos anos você tem? Ah, eu tenho - você começa confiante, mas depois pára. Ia dizer 33, mas não é essa a sua idade. Você está com 35 anos. E isso o incomoda, pois você fica imaginando se não é o início do fim. Claro que é, mas ainda faltam décadas pra você admitir isso.

Começamos a esquecer as palavras: elas estão na ponta da língua, mas, em vez de simplesmente saírem, permanecem ali. Subimos a escada para buscar alguma coisa, e quando chegamos lá em cima, não lembramos mais o que estávamos procurando. Chamamos um filho pelo nome de todos os outros e até pelo nome do cachorro antes de acertar. Às vezes esquecemos em que dia estamos. E, por fim, o ano.

Na verdade, não é que eu tenha esquecido. Simplesmente deixei de prestar atenção. Passamos o milênio, disso eu sei – tanto barulho por nada, todos aqueles jovens chiando de tanta preocupação e comprando comida enlatada porque alguém teve preguiça de deixar espaço para quatro dígitos em vez de dois -, mas isso pode ter sido no mês passado ou há três anos. O que importa? Que diferença há entre três semanas, três anos ou até mesmo três décadas de purê de ervilha, mingau e fraldas geriátricas?

Tenho 90 anos. Ou 93. uma coisa ou outra."

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Inesquecível

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Eu tinha 7 anos. Estava na primeira série e ganhei o LP dele. Ahhhhh que sonho!
Quase furei o disco de tanto que ouvia. As coreografias eu sabia todas, sem nem pensar. Dentro, um poster, que tinha duas vezes o tamanho do disco. Lembro bem, ele vinha dobrado. Do lado de fora as letras das músicas (uma delas com Paul MCartney - The Girl is Mine) e dentro ele apoiado, de lado, com um filhote de onça.
Não tive dúvidas, colei o poster na parede do quarto; afinal, com 7 anos eu mal sabia ler, quem diria aprender as músicas em inglês baseada na letra. O que importava era a foto.
Cantava um embromation e me sentia a mais fã de todas as fãs do meu ínfimo universo.
Aos sábados, eu assistia o programa do Barros de Alencar. Meninas e meninos todas as semanas chegavam fantasiados, imitando nosso ídolo, e dançavam Thriller, Beat it e Billie Jean. E eu, do outro lado da tv, dançava junto. Queria ser a namorada dele em Thriller. Assistia incansavelmente ao video clipe e não me enjoava nunca.
Não consigo me lembrar de quantas vezes vi o filme do Ben, o rato, mais pela trilha sonora que pelo filme em si.
Eu ia me casar com ele. Com toda a certeza!
Um dia, meu pai me buscou na escola. Todos os dias ele me buscava, mas aquele dia foi diferente. Eu levei a carteirinha com as notas para casa. Quando cheguei, uma das notas tinha sido vermelha.
A culpa? Dele, claro. Eu só fazia ouvir aquelas músicas e olhar praquele poster. Óbvio que eu estava abandonando os estudos e me tornando a pior pessoa do mundo por isso. Levei uma surra. A primeira das 3 que tomei na vida. Inesquecível. Evidente. Assim como as outras duas. Se fecho os olhos, me lembro da cena: eu em pé na cozinha da casa em que morávamos, enquanto meu pai, de frente pra mim gritava e reclamava pela minha nota baixa. E eis que veio o primeiro tapa. Meu pai nunca foi muito comedido nessa coisa de dar bronca ou bater. Minha mãe segurava as pontas, sempre. Hoje eu vejo a "surra" como um mal até que necessário. Numa época em que o diálogo não era valorizado como hoje, pelo menos na realidade e na sociedade em que eu vivia, umas palmadas de vez em quando eram bem necessárias. Até hoje, dependendo da situação, acho que são válidas. Pensando agora, talvez esta surra seja a mais marcante mesmo, afinal eu estava apanhando por gostar de outra pessoa.
Chorei. Me tranquei no quarto, abracei o disco e chorei. Ele, o motivo dos tapas que levei, foi quem me consolou; mesmo sem saber.
Fui proibida de ouvir as músicas, enquanto minhas notas não melhorassem.
Hoje eu sei que era apenas uma nota e o motivo não era, nem de longe, o que meu pai concluiu.
Tudo isso teve um lado bom. Nunca mais tive uma nota baixa. Nunca repeti um ano. Nunca fui mal na escola.
Mas também teve um lado melhor, eu não deixei de ser fã, eu não deixei de gostar das músicas, comprar os discos, assistir tudo sobre ele e acompanhar sua vida. A única coisa que lamento é não ter assistido um show ao vivo.
Agora é tarde.
O máximo que posso fazer é levantar-me e colocar um show no dvd.
Aqui, ele continua vivo.

Michael Jackson, impossível esquecer.

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Reflexões de um nariz pequeno

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- Que unha linda que você tem, tia!
- Você acha?!
- Sim! Mas tá muito grande. Tá na hora de cortar.

Eu sorrio.



- E que mão grande! - espanta-se ao colocar sua mão sobre a minha.
- Não é minha mão que é grande; a sua que é pequena.
- Ah, tia, mas é pq eu SOU pequena. Quando eu for do seu tamanho, a minha mão vai ser bem grande como a sua.

Ela passa os dedos pelos meus cabelos.
- E que cabelo lindo você tem!

Continua passando os dedos na minha orelha.
- E que orelha linda!

E agora ela aperta meu nariz levemente com suas mãos minúsculas.
- E seu nariz é grande!

Sorrindo, respondo:
- Grande? Meu nariz é grande?!
- Sim! Você é bonita, mas seu nariz é grande! - ainda apertando meu nariz.
- E o meu? - ela pergunta enquanto aperta seu próprio nariz.
- O seu é pequenino - respondo ainda sorrindo.
- E é bonito?
- Sim, você é linda e seu nariz pequenino é lindo.
- Ah, o seu nariz não é grande, tia. O seu nariz é bonito. - ela continua apertando meu nariz.

Quando vou responder, ela sussura:
- Shhhhh, fica quietinha que agora é hora de falar com o papai do céu.




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